A prefeitura de Ipatinga anunciou oficialmente ontem o que já vinha circulando pelos e-mails do setor cultural da cidade, a intenção de transferir o Departamento de Cultura, hoje ligado à Sec. de Cultura, Esporte e Lazer para a Sec. de Educação.
A alegação é de que as escolas de música e artes cênicas precisam voltar a funcionar urgentemente. Mas as entrelinhas da nota disparada pela prefeitura deixam claro que a necessidade é outra: a de atender à Lei 11.769/08 que determina a inclusão da música como conteúdo obrigatório no currículo do ensino fundamental.
Antes ligado à Sec. de Educação (até 2005) o fato é que o Departamento de Cultura, da forma como está, vêm se revelando ineficaz e não passa de um “cabide de emprego”, onde se pendura por lá aqueles que não têm para onde ir.
Além disto, é preciso entender este Departamento como uma estrutura organizacional que contem, além das escolas de música e artes cênicas, uma biblioteca municipal, um museu denominado Estação Memória, uma lei de incentivo à cultura baseada num fundo de investimento e tudo isso com um quadro de funcionários mínimo e extremamente frágil.
Não se pode negar entretanto que durante o período em que a pasta fez parte da Sec. de Educação os projetos eram mais eficazes e havia um tratamento mínimo de interesse dispensado pelos governantes. Também não podemos negar que havia um projeto em andamento e as demandas não eram soltas ao dissabor do vento.
Porque não Sec. de Cultura?
O sec. de Governo do município Cemário Campos – que já foi secretario de cultura, esporte e lazer, afirma que não é possível criar uma secretaria na atual conjuntura da prefeitura sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal.
“Em 2009 a prefeitura de Ipatinga propôs a criação de 18 cargos para professores da Escola de Música. O projeto foi enviado à Câmara que logo em seguida ficou impedido de votá-lo por causa das eleições extemporâneas marcadas pela justiça” afirma o secretario.
Resta explicar ao senhor secretario que de 2009 para cá se passaram quase 02 anos e nenhum avanço neste sentido foi notado pelo setor. Tudo bem, a iniciativa foi boa, mas foi abandonada? Como assim?
Resta agora saber o que o setor debateu ontem (17/06) em reunião sobre o assunto. Segundo informações não-oficiais, eles pretendem se reunir com o prefeito municipal. Aguardemos notícias dos próximos capítulos.
A alegação é de que as escolas de música e artes cênicas precisam voltar a funcionar urgentemente. Mas as entrelinhas da nota disparada pela prefeitura deixam claro que a necessidade é outra: a de atender à Lei 11.769/08 que determina a inclusão da música como conteúdo obrigatório no currículo do ensino fundamental.
Antes ligado à Sec. de Educação (até 2005) o fato é que o Departamento de Cultura, da forma como está, vêm se revelando ineficaz e não passa de um “cabide de emprego”, onde se pendura por lá aqueles que não têm para onde ir.
Além disto, é preciso entender este Departamento como uma estrutura organizacional que contem, além das escolas de música e artes cênicas, uma biblioteca municipal, um museu denominado Estação Memória, uma lei de incentivo à cultura baseada num fundo de investimento e tudo isso com um quadro de funcionários mínimo e extremamente frágil.
Não se pode negar entretanto que durante o período em que a pasta fez parte da Sec. de Educação os projetos eram mais eficazes e havia um tratamento mínimo de interesse dispensado pelos governantes. Também não podemos negar que havia um projeto em andamento e as demandas não eram soltas ao dissabor do vento.
Porque não Sec. de Cultura?
O sec. de Governo do município Cemário Campos – que já foi secretario de cultura, esporte e lazer, afirma que não é possível criar uma secretaria na atual conjuntura da prefeitura sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal.
“Em 2009 a prefeitura de Ipatinga propôs a criação de 18 cargos para professores da Escola de Música. O projeto foi enviado à Câmara que logo em seguida ficou impedido de votá-lo por causa das eleições extemporâneas marcadas pela justiça” afirma o secretario.
Resta explicar ao senhor secretario que de 2009 para cá se passaram quase 02 anos e nenhum avanço neste sentido foi notado pelo setor. Tudo bem, a iniciativa foi boa, mas foi abandonada? Como assim?
Resta agora saber o que o setor debateu ontem (17/06) em reunião sobre o assunto. Segundo informações não-oficiais, eles pretendem se reunir com o prefeito municipal. Aguardemos notícias dos próximos capítulos.
1 comentários:
Viu? Não falei que você escreve bem. Mas acho que faltou algumas informações. Por exemplo, explanar mais sobre a questão "música-escola". Música na escola e escola de música são duas coisas distintas, que não têm que se misturar (pelo menos é como penso) e uma não impede e nem facilita a outra. Justamente porque são coisas e assuntos diferentes.
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